É preciso compromisso político com a justiça social e
respeito às pessoas em suas diversas singularidades e valores para combater a
Aids, disse Carlos Roberto de Oliveira, do Grupo Vida “Viver é Preciso”, no dia
mundial de combate à doença, 1 de dezembro. Ele participou do Seminário
Políticas Públicas e Direito à Saúde, realizado no salão dos Vicentinos, em
Barretos, SP.
Carlos Roberto Oliveira sustentou que é preciso que as desigualdades sociais
e de gênero sejam minimizadas. Caso contrário, continuará a disseminação da
infecção pelo HIV. O resultado disso é o fortalecimento do vírus, do
preconceito e da discriminação social e econômica.
Lutar contra a Aids é se posicionar contra a injustiça, a pobreza e a miséria e todas as formas de preconceitos e discriminação.
Carlos Roberto Oliveira apresentou estatísticas da
realidade no Estado de São Paulo. Dos 212.551 casos registrados, 110,123 evoluíram
para óbito. Dos 3.578 casos notificados ainda crianças, 2.024 encontram-se
atualmente com mais de 13 anos de idade. Uma das dificuldades para combater a
doença está na cultura de assistência curativa e não preventiva.
As propostas das ações é reduzir até 2015 em 15% o
diagnóstico tardio de HIV. O objetivo também é aumentar em 100% a população
testada para HIV pelo menos uma vez na vida.

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