domingo, 28 de abril de 2013

1º de maio de luta na Praça da Sé


O 1º de maio de luta será celebrado nesta quarta-feira, na Praça da Sé, em São Paulo. Às 9 horas, será celebrada a missa dos trabalhadores na Catedral da Sé. Às 10h30, em frente a Catedral, acontecerá o ato político cultural. Entre os temas a serem abordados está a redução da jornada de trabalho, contra a criminalização dos movimentos sociais, contra o genocídio do povo negro e pobre da periferia, direitos sociais, terra e defesa do serviço público. 
Na atividade cultural confirmaram presença o Teatro Errante, Coletivo de Galochas, Partida Teatral, Extremo Leste Cartel, Cravos da Madrugada, Exu do Raul, Karina França, CAS.
O evento tem a organização do Fórum das Pastorais Sociais da Arquidiocese de São Paulo, Intersindical, CSP Conlutas, Unidos Prá Lutar, Unidade Classista, Luta de Classes, Sindicato dos Metroviários de São Paulo, CLASP, MTST, Terra Livre, ECLA, ANEL, Espaço Socialista, O.C. Arma da Crítica, PCR, PCB, PSTU, PSOL.








Jornal Brasil Atual destaca ação do DEOPS em Barretos e a moção de apoio da Câmara da cidade ao presidente da CBF José Maria Marin


Jornal Brasil Atual de abril destaca a atuação do DEOPS em Barretos, interior de São Paulo, como também  noticia que a Câmara da cidade aprovou moção de apoio ao presidente da CBF José Maria Marin, acusado de estar metido em embrulhadas e ser algoz da ditadura. Veja o jornal em PDF no link abaixo:
http://www.redebrasilatual.com.br/jornais/barretos/jornal-brasil-atual-barretos-18a-edicao/view

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Marcha em Brasília defendeu pauta de reivindicações em diversas áreas

Fotos Aquino José
Movimento sindical e popular promoveu uma grande marcha em Brasília no dia 24 de abril. Entre as reivindicações está o fim do fator previdenciário e anulação da reforma da previdência de 2003.  
O Movimento também é contrário ao Acordo Coletivo Especial (ACE), à precarização do trabalho e à criminalização dos movimentos sociais. Os manifestantes defendem a educação e saúde públicas de qualidade e o respeito aos povos indígenas e quilombolas.

Com bandeiras e cartazes, manifestantes de diversos setores sociais e entidades civis de todo o país ocuparam o centro de Brasília.  A passeata começou às 10 horas. O cortejo partiu do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha e seguiu pelo Eixo Monumental, uma das principais vias da capital federal, em direção ao Congresso Nacional. A Polícia Militar estimou  20 mil pessoas na passeata. Os organizadores anunciavam 25 mil adeptos ao protesto.
Em frente ao Congresso Nacional foi realizado um ato coletivo. A marcha defendeu uma extensa pauta de reivindicações em diversas áreas. No setor da educação, os representantes pediram a valorização dos profissionais e da educação pública.
Além disso, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) protestou contra a entrega da administração de hospitais universitários a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares. A Andes entregou ao Ministério da Educação o resultado de um plebiscito que realizou com 60 mil assinaturas de profissionais do ensino superior. "A empresa vai privatizar os hospitais universitários e tirar da sociedade exames e consultas as quais tem direito", diz a presidenta da entidade, Marinalva Oliveira.
Um cortejo com um caixão foi até a portaria do Ministério do Trabalho. O corpo simbólico era do Acordo Coletivo Especial (ACE), contra o qual os manifestantes protestaram. Segundo Paulo Barela, da executiva da Central Sindical e Popular Conlutas (CSP Conlutas), um dos movimentos organizadores do evento, "trata-se de um protesto contra a política econômica conduzida pelo governo, que privilegia alguns setores mais ricos em detrimento de outros".
Marcelo Ferreira veio de Belém, no Pará, para reivindicar melhorias para a comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros (LGBT). Ele teve amigas travestis agredidas e uma delas chegou a falecer. "A comunidade LGBT sofre todas as dificuldades na sociedade. Viemos aqui hoje pedir a criminalização da homofobia e a saída de Marco Feliciano da Comissão de Direitos Humanos. Ele está envergonhando a sociedade".









Melissa Coelho, indígena da Aldeia Maracanã, do Rio de Janeiro veio em um grupo de 10 indígenas para pedir a manutenção da aldeia no Museu do Índio. Eles querem que no local seja criado um centro universitário para os indígenas. "Viemos dar visibilidade para nossa causa. Queremos mostrar que a força indígena está viva e reivindicante. O que aconteceu não pode cair no esquecimento".


















(com informações da Agência Brasil)


domingo, 21 de abril de 2013

Ato Público "Os planos de saúde vão acabar com o SUS?'



Data: 26/04/2013
Horário: 09h00 às 12h00

Local: Auditório João Yunes da Faculdade de Saúde Pública (Avenida Doutor Arnaldo, 715, Consolação, São Paulo)

Realização: Instituto Brasileiro de Defesa da Consumidor - IDEC 
Apoio: Associação Brasileira de Saúde Coletiva - ABRASCO, Centro Brasileiro de Estudos da Saúde - CEBES, Associação Paulista de Saúde Pública - APSP, Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo - CREMESPFaculdade de Saúde Pública da USP

Confirme a presença de sua instituição através do email:

institucional@idec.org.br



O Ato será trasmitido ao vivo pelo canal da USP 


Escolha no lado esquerdo da página o nome do evento para assistir.

Programação

09h às 09h30 - Abertura
Marilena Lazzarini, Presidente do Conselho Diretor do Idec
Professora Dra. Helena Ribeiro, Diretora da Faculdade de Saúde Pública/USP 

09h30 às 10h30 - Mesa de Aquecimento da Plenária 
Coordenação: Mário Scheffer - Departamento de Medicina Preventiva/FMUSP e membro do Conselho Diretor do Idec 

Provocadores: 

Gilson Carvalho - Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems):
“OS SUBSÍDIOS PÚBLICOS AOS PLANOS E O SUBFINANCIAMENTO DO SUS”

Lígia Bahia, UFRJ: 
“O QUE HÁ DE NOVIDADE NO CENÁRIO? SERÁ O FIM DO SUS?” 

Carlos Thadeu de Oliveira, Idec:
"AS LACUNAS DA REGULAÇÃO E A OMISSÃO DA ANS"

Regina Parizi, FSP/USP:
“20 ANOS DEPOIS DA MOBILIZAÇÃO PRÓ-REGULAMENTAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE”

10h30 às 12h00 -Plenária de Entidades - Manifesto Coletivo 

VAMOS, JUNTOS, DEBATER O FUTURO DO SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO!



Contexto do Ato Público:

M A N I F E S TO

O sistema de saúde brasileiro está numa encruzilhada. Depois de 25 anos da conquista constitucional, não se conseguiu efetivar o SUS como um sistema único de qualidade, com cobertura universal e atendimento integral. Longe de ser uma solução, o mercado dos planos e seguros de saúde não entrega o que promete, crescendo na mesma proporção que os problemas de acesso e negações de cobertura da rede privada.

Há duas décadas teve início intensa mobilização pela regulamentação dos Planos e Seguros Privados de Saúde no Brasil, com a edição da Resolução nº 1401/ 1993, do Conselho Federal de Medicina (CFM). O Movimento, que reuniu entidades de defesa do consumidor, médicos, profissionais, ONGs de portadores de patologias e Conselho Nacional de Saúde, dentre outros, culminou na Lei dos Planos de Saúde (nº 9656/ 1998) e na criação da ANS. 

Apesar dos avanços, muitos problemas permaneceram e outros, mais complexos, surgiram. O Brasil mudou, o crescimento econômico gerou emprego, renda e consumo, há novos desafios epidemiológicos e demográficos, com envelhecimento da população e incorporação de tecnologias na saúde. 

A saúde é hoje, em todas as pesquisas de opinião, o item com pior avaliação entre os brasileiros. 

Mas, afinal, o SUS fracassou? Os planos de saúde são a alternativa para a ampliação da cobertura assistencial e a expansão de rede de serviços no país? Os planos de saúde são de fato uma opção de menor custo e maior qualidade? Quais serão as consequências de investimentos multinacionais na rede privada de saúde no país? 

O ato público “Os planos de saúde vão acabar com o SUS?” foi convocado para responder essas questões e também para discutir os rumos e o futuro do sistema de saúde brasileiro, considerando o seguinte contexto: 

Divulgação pela mídia de um “pacote” do governo federal de redução de impostos e subsídios públicos a planos de saúde; 

Entrada do capital estrangeiro e de empresas de intermediação no setor suplementar; 

Meta das operadoras de duplicação do mercado privado para 100 milhões de brasileiros, com oferta de planos saúde baratos no preço e medíocres na cobertura, visando novos estratos de trabalhadores; 

Cenário de subfinanciamento do SUS, com negação do governo de destinar pelo menos 10% do Orçamento da União para a saúde; 

Crescimento dos conflitos de interesse, com captura da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) pelo mercado de planos de saúde e crescimento do financiamento de campanhas eleitorais pelas empresas do setor; 

Persistência de lacunas e omissões na regulamentação dos planos de saúde. 

COMPAREÇA. AJUDE A PENSAR O FUTURO DA SAÚDE NO BRASIL. 


*Com informações do IDEC

(fonte: contraprivatizacao.com.br)

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Movimento sindical e popular faz marcha em Brasília dia 24 de abril contra a política do governo federal

Foto Marcelo Casal/ABr
Com o objetivo de defender os direitos sociais e trabalhistas e denunciar a política econômica do governo federal, no dia 24 de abril, quarta-feira, a CSP-Conlutas, seus sindicatos e movimentos afiliados  e diversas organizações – A CUT Pode Mais, CNTA, Cobap, Condsef, CPERS e entidades nacionais e sindicatos locais – estão organizando uma grande marcha em Brasília.

Denunciar o ACE (Acordo Coletivo Especial), que está em análise pelo governo, e vai permitir a flexibilização de direitos; cobrar a anulação da reforma da previdência aprovadas com dinheiro do mensalão; moradia digna contra as remoções provocadas pelas obras da Copa estão entre as bandeiras da marcha.

Além de percorrer as ruas do centro de Brasília na parte da manhã, à tarde haverá reuniões com órgãos do governo e visita ao Congresso Nacional para levar as reivindicações dos trabalhadores.

Para o membro da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas Paulo Barela, a política econômica do governo federal vem privilegiando cada vez mais os lucros das grandes empresas, dos bancos e do agronegócio. “A consequência dessa política para os trabalhadores são a flexibilização de direitos, os ataques contínuos às aposentadorias e deixar, por exemplo, nas mãos do agronegócio e madeireiros a vida de trabalhadores rurais e indígenas, o que temos visto com isso são exploração e mortes”, avalia Barela.

Plenárias estão acontecendo em todos os estados, em diversas categorias de trabalhadores, para preparar as caravanas a Brasília. As entidades organizadoras esperam até 20 mil trabalhadores na capital federal no dia 24 de abril.

Bandeiras da marcha

- Fim do fator previdenciário / Anulação da reforma da previdência de 2003 / Defesa da aposentadoria e da previdência pública;

- Reforma agrária já / Respeito aos direitos dos assalariados rurais / Apoio à luta dos trabalhadores do campo contra o latifúndio e o agronegócio;

- Em defesa do direito à moradia digna / Chega de violência contra pobres e negros;

- Em defesa dos servidores (as) públicos (as);

- Aumento geral dos salários;

Uma plataforma política foi aprovada pelas entidades que participam desta jornada:

- Contra o ACE (Acordo Coletivo Especial) e a precarização no trabalho;

- Fim do fator previdenciário / Anulação da reforma da previdência de 2003 / Defesa da aposentadoria e da previdência pública;

- Reforma agrária já / Respeito aos direitos dos assalariados rurais / Apoio à luta dos trabalhadores do campo contra o latifúndio e o agronegócio;

- Em defesa do direito à moradia digna / Chega de violência contra pobres e negros;

- Em defesa dos servidores (as) públicos (as);

- Aumento geral dos salários;

- Adoção imediata da convenção 158 da OIT / Em defesa do emprego / Redução da jornada e trabalho, sem redução salarial;

- Em defesa da educação e da saúde públicas;

- Respeito aos povos indígenas e quilombolas;

- Contra as privatizações / Defesa do patrimônio e dos recursos naturais do Brasil;

- Suspensão do pagamento da dívida externa e interna aos grandes especuladores;

- Contra a criminalização das lutas e dos movimentos sociais;

- Contra o novo código florestal / Em defesa do meio ambiente;

- Contra toda forma de discriminação e opressão.

domingo, 14 de abril de 2013

Atenção básica foi tema de debate de seminário do Fórum Popular da Saúde de Barretos

Elaboração um documento denominado "Carta de Barretos" contendo reivindicações do Fórum Popular de Saúde foi um dos encaminhamentos do Seminário sobre Atenção Básica da Saúde, realizado no sábado, dia 13 de abril, na escola João Ferreira Lopes, na Vila Rios, em Barretos, SP. A coordenação do Fórum Regional deve concluir o documento em abril e promover novo encontro em maio.
 Encontro contou com representantes de vários segmentos de Barretos e outras cidades

O médico da Saúde da Familia, Francisco Morgado, o doutor Chicão, de Campinas, SP, alertou para a importância dos moradores se organizarem em seus bairros para reivindicar melhorias no atendimento nas Unidades Básicas de Saúde. "A gente tem que deixar se se conformar por pouco e lutar por muito", afirmou,  ao enfatizar a necessidade da população cobrar os seus direitos, pressionar prefeito, câmara, secretaria, para que tenha atendimento integral de qualidade.
Médico Francisco, Claudio Machado do Sinsprev e enfermeira Francisca formaram a mesa dos debates

A enfermeira Maria Francisca Moreira Pires, da Diretoria Regional de Saúde, entende que a Estratégia da Saúde da Família é a melhor forma para se conseguir um atendimento de qualidade através de uma atenção básica resolutiva.
Mônica Mello representou o Conselho do Idoso de Barretos no seminário da saúde

A presidente do Conselho Municipal do Idoso de Barretos, Mônica Mello, lamentou a falta de políticas públicas para o idoso na cidade. Disse que já tratou do assunto com a secretária da saúde de Barretos. Afirmou que muitas vezes o idoso é tratado como um "estorvo", não se levando em conta suas necessidades e prioridades no setor da saúde.
Representantes da Pastoral da Saúde da paróquia Santo Antonio de Pádua informaram que estão sendo procurados por usuários de Unidades Básicas de Saúde que reclamam da falta de médicos nos Postinhos. No ano passado, a Igreja Católica teve a  Saúde Pública como tema da Campanha da Fraternidade, evocando "que a saúde se difunda sobre a terra" (Cf. Eclo 38,8).
Alguns participantes do seminário que debateu a atenção básica da saúde

Seminário Nacional da Frente contra a Privatização da Saúde está marcado para 8 e 9 de junho, em Florianópolis, SC. A regional de Barretos do Fórum Popular de Saúde deve enviar representante ao encontro.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Sem dinheiro para equipar UPA, falta de médicos em Postinho e frota sucateada são alguns problemas da saúde de Barretos que viraram notícias de jornais nesta quarta-feira

Seminário no sábado vai debater atenção básica da saúde na região

Jornais locais desta quarta-feira, 10 de abril, destacam que o prefeito Guilherme de Ávila, PSDB, informou que o Ministério da Saúde não vai equipar a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Barretos. A notícia, segundo a reportagem, foi dada pelo próprio ministro Alexandre Padilha. O Ministério envio 2 milhões de reais para a construção e equipamento da UPA, mas o dinheiro foi utilizado apenas para a edificação do imóvel pela administração do então  prefeito Emanoel Carvalho, PTB. A UPA de Barretos está pronta há 7 meses sem funcionar. O fato já foi debatido pelo Fórum Popular de Saúde desde o final do ano passado e pelo vereador Adilson Ventura, PT, na Câmara de Barretos.
A edição de hoje do Jornal O Diário, em seu caderno Geral, destaca que a falta de médicos na Unidade Básica de Saúde do Derby Club gera reclamação de pacientes. Já o Jornal de Barretos, em sua página 3, noticia que 'Com frota sucateada, Saúde usa "irregularmente" carros da Secretaria da Educação', conforme denúncia do vereador Adilson Ventura na tribuna da Câmara na sessão de segunda-feira, 8 de abril. O jornal dá a versão da administração municipal sobre o caso.




As notícias desta quarta-feira devem despertar ainda mais o interesse da população pelo tema do Seminário "A Atenção Básica que temos e a Atenção Básica que queremos", programado para sábado, 13 de abril, às 14 horas, na Escola João Ferreira Lopes, próximo a igreja São Luis Gonzaga, na Vila Rios. O evento é organizado pelo Fórum Popular de Saúde da Região de Barretos e deve reunir representantes de várias cidades do interior de São Paulo. O encontro tem entrada franca e é aberto a toda população, informa os promotores.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Gripe: São Paulo pretende imunizar 7 milhões de pessoas na campanha de vacinação


Fernanda Cruz - Repórter da Agência Brasil

São Paulo – A vacinação contra a gripe deste ano começa na próxima segunda-feira (15) em todo o país. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, a meta é imunizar 80% da população que tem direito à vacina, o correspondente a 7 milhões de pessoas.
Poderão receber a imunização idosos com 60 anos ou mais, gestantes, crianças com idade entre 6 meses e 2 anos, indígenas, pacientes diagnosticados com doenças crônicas, mulheres no período até 45 dias após o parto, presos e profissionais de saúde do estado.
A vacinação vai imunizar contra a influenza A (H1N1) – a gripe suína –, que se disseminou pelo mundo na pandemia de 2009, e contra outros dois tipos de influenza: A (H3N2) e B.
A campanha vai até 26 de abril em mais de 6 mil postos de saúde do estado, que ficarão abertos das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. No dia 20 (sábado) também haverá vacinação em 7 mil postos fixos e volantes. Para a campanha, serão disponibilizados 3 mil veículos, 33 ônibus, quatro barcos. Haverá a participação de 42 mil profissionais da área da saúde.
Edição: Juliana Andrade

Enfermeiros fazem marcha em Brasília por jornada de 30 horas semanais


Da Agência Brasil
 
Brasília – Enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem de todo o país participaram hoje (9) de marcha na Esplanada dos Ministérios, reivindicando a aprovação do Projeto de Lei (PL) 2295/00, que prevê a redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais.
A manifestação foi organizada pelo Conselho Federal de Enfermagem (CFE), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS), Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE) e Associação Brasileira de Enfermagem (Aben).
Segundo o secretário-geral da CNTS, Valdirlei Castagna, a luta dos profissionais da área enfermagem é histórica. “Vem desde 1955, quando já existiam projetos de lei que pensavam numa jornada especial, justamente pela peculiaridade do setor, pelo excesso de trabalho e estresse, entre outros problemas.”
A caminhada começou às 10h, em frente à Catedral de Brasília, e reuniu, segundo a Policia Militar, cerca de 3 mil pessoas. Por causa da marcha, houve lentidão de cerca de uma hora no trânsito.
Durante o trajeto, os manifestantes fizeram uma parada em frente ao Ministério da Saúde para “cobrar postura e compromisso do [Alexandre] Padilha, [ministro da Saúde] e da presidenta Dilma [Rousseff], para que eles liberem o Congresso para votação. Acreditamos que, quando a proposta foi apresentada, eles tinham boas intenções”, disse Castagna.

O presidente do Sindicato de Enfermagem do Acre, Raimundo Correia, destacou que a extensa jornada de trabalho tem causado sérios problemas de saúde aos profissionais. “A gente vê, todos os dias, ser divulgado na mídia o número de erros de enfermagem, mas ninguém ataca a causa desses erros. E entendemos que esses erros são também consequência do estresse, das horas trabalhadas pelos profissionais. A enfermagem, hoje, no Brasil está doente.”
Técnica de enfermeira há 28 anos, Márcia Valéria ressaltou, que além da grande jornada, o salário da categoria também não é favorável. “A maioria dos profissionais tem mais de um emprego, porque o salário não é bom. Se ganhássemos bem, não precisaríamos disso, ainda mais com essa jornada que nos sobrecarrega. A gente cuida por amor ao ser humano.”
Ao chegar em frente ao Congresso Nacional, os manifestantes concentraram-se no local, dizendo que aguardariam a audiência pública sobre os problemas da área de enfermagem, prevista para esta tarde, no Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados. “Queremos sensibilizar os deputados para a nossa causa, queremos lotar o auditório.”
Mesmo com o clima de chuva, os manifestantes disseram que permaneceriam no local até o início da audiência pública na Câmara. “A chuva não vai nos parar. Quem vem de todos os cantos do Brasil não pode ter medo da chuva. Nosso medo é que continue essa enrolação com a enfermagem”, diziam os participantes da marcha.
Edição: Nádia Franco

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Tese de coletivo, solidariedade a Dom Pedro Casaldáliga e ao povo Xavante e homenagem às mulheres são assuntos de boletim de circulação nacional


Já circula pelo Brasil a edição de abril do boletim Avançar nas Lutas, que presta uma homenagem às mulheres que lutam pelos seus direitos e traz na capa a jornalista Alessandra Nilo, ativista do movimento HIV/AIDS e uma líderes da ONG Gestos, de Recife,   PE. A entidade está na rede da internet com o site www.gestos.org

A publicação contém ainda a tese do Coletivo "Avançar nas Lutas" que pauta de debate da Plenária Estatutária da FENASPS - Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Previdência, Saúde, Trabalho e Assistência Social. O encontro acontece neste começo de abril, em Luziânia, Goiás.
A atual edição do boletim publica também manifesto do Comitê de Solidariedade a Dom Pedro Casaldáliga e ao Povo Xavante. O documento denuncia e é solidário ao Bispo Emérito, diante das ameaças recebidas por causa de sua luta pela devolução de terras ao povo Xavante.